ABIHV, GRA, ABRACE e ABIAPE trazem nesse manifesto a defesa da criação de uma Agenda Nacional de Competitividade Energética. O documento alerta que, apesar de possuir uma matriz limpa, o Brasil enfrenta instabilidade regulatória e um aumento excessivo nos custos da eletricidade, impulsionado por encargos e subsídios.
Essa trajetória de preços elevados ameaça a reindustrialização verde e a atração de novos investimentos globais, como centros de dados e produção de hidrogênio de baixo carbobo. As associações pedem aos líderes políticos mais previsibilidade jurídica e transparência na gestão dos custos sistêmicos para evitar a desindustrialização.
O texto conclui que o sucesso da transição energética depende da capacidade do país em transformar seus recursos naturais em vantagem competitiva real. O objetivo central é garantir que a energia seja um motor de desenvolvimento econômico sustentável em vez de um obstáculo financeiro.